Da conversa de bar à discussão em família, as dívidas são um um assunto recorrente. Não é fácil ter noção do que acontece na sua vida financeira, ainda mais quando há atrasos nas contas e tudo o que se pensa é em como sobreviver até o final do mês, sem que mais coisa se acumule no cartão de crédito ou boletos atrasados. 

Mas até que ponto as dívidas são consideradas saudáveis dentro do orçamento pessoal?

Nos dias de hoje, são comuns atitudes de consumo imediato ou irresponsável, junto com a concessão de crédito sem um pensamento prévio. O que acontece frequentemente é que o consumidor não recebe nenhuma instrução ou apoio quando as dívidas começam a se acumular, ou seja, a pessoa se vê em um mar de contas sem um bote salva-vidas por perto. Aqui, a Sofi é especialista em recuperação financeira e reinserção econômica dos seus clientes, mas a gente faz questão de te explicar a melhor forma de lidar com tudo.

É normal que o parcelamento seja usado como uma forma de consumo, afinal, nem sempre é possível esperar para uma compra à vista. Quando se trata de financiamentos de valores maiores, deve-se ficar atento ao valor das parcelas e o tempo em que essa dívida vai estar presente na sua vida financeira. Enquanto o valor das dívidas estiver menor do que a sua renda disponível, o endividamento é uma parte saudável do seu orçamento e será finalizado sem maiores problemas.

Quando o pagamento começa a atrasar e não sobra renda para quitar aquela parcela, é a hora de rever o conceito. Esse é o superendividamento: um devedor que não consegue fazer com que seus ganhos consigam cobrir seus gastos. Em legislações europeias, a situação também específica que se trata do fenômeno em que o consumidor de boa índole não consegue honrar com suas dívidas. A resolução, porém, parece tão complicada quanto o problema: como começar a pagar tais atrasos sem comprometer a atual vida financeira, já ocupada com despesas essenciais? 

O modo como se conseguem dívidas costuma ser dividido em ativo e passivo: o primeiro caso quando o consumidor sucumbe a estratégias de marketing e bens de consumo, e o segundo, quando acidentes da vida, tais como divórcios e falecimentos, passam a consumir parte significativa da renda. Dessa forma, é fácil observar de onde vieram os erros e se de fato eles existem, mas ainda não se chega em uma solução. É essencial ter em mente que seu modo de vida deve estar de acordo com suas possibilidades econômicas.

A obtenção de mais crédito, feita por muitas instituições financeiras, não é a melhor opção para os superendividados, uma vez que, a longo prazo, vai se tornar uma dívida ainda maior com os juros. A quitação imediata é, no imaginário coletivo, o melhor caminho, mas nem sempre é possível seguir por essa estrada sem que haja mais empecilhos que te levem para ainda mais longe da linha de chegada do fim das parcelas. Quando falamos de soluções financeiras, não há um atalho mágico. 

Por isso, aqui na Sofi, a gente não quer te oferecer o caminho mais rápido, e sim o mais seguro para a sua situação, por meio da renegociação. Que tal sair do conceito de “superendividado” e conseguir assumir uma dívida saudável para o seu orçamento ainda hoje?

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